quinta-feira, 3 de abril de 2008

SUÇUARANA



Clique aqui para ouvir o som de uma fêmea com o filhote
NOME COMUM: Suçuarana, puma, onça-parda
NOME CIENTÍFICO: Felis concolorNOME EM INGLÊS: Cougar/Mountain Lion/PumaFILO: ChordataCLASSE: MammaliaORDEM: CarnívoraFAMÍLIA: FelidaeCARACTERÍSTICAS:Comprimento: até 2,40 mAltura: até 63 cmPeso: até 100 KgPeríodo de gestação: de 86 a 95 diasNinhada: 2 a 3 filhotesPeríodo de vida: 15 anos
A suçuarana também é conhecida como puma e onça parda. Conta-se que uma só suçuarana matou 15 carneiros selvagens durante uma saída para caçar. Por outro lado, ela raramente ataca o homem e tem tanto medo de cães que sobe em árvores para escapar deles quando a acuam.
A suçuarana ocorre nas Américas, desde o Canadá até quase o extremo da América
do Sul. Seu pelo é em geral bege rosado, mas pode ser cinza, marrom ou cor de ferrugem. O comprimento do pelo varia conforme o habitat - vai de curto a muito longo.
A suçuarana está à vontade em cima das árvores; equilibra-se com a cauda felpuda ao saltar de galho em galho.
A suçuarana é um animal solitário e prefere viver em lugares de difícil acesso - florestas, desertos e montanhas. Geralmente caça ao entardecer. O carneiro selvagem, o veado e o caititu constituem suas presas habituais. Os adultos se comunicam por meio de uma espécie de silvo estridente. A fêmea tem a cria em cavernas ou em cepos ocos. Os filhotes abrem os olhos com 10 dias e ficam com a mãe até os 20 meses.

Équidna - ouriço





Seis das 4.237 espécies de mamíferos põem ovos. São o ornitorrinco da Austrália e cinco espécies de équidnas também da Austrália e da Nova Guiné, únicos membros da ordem Monotrêmata.
NOME: équidna-ouriçoNOME CIENTÍFICO: Tachyglossus aculeatusFILO: chordataCLASSE: MammaliaORDEM: MonotrêmataFAMÍLIA: TachyglossidaeTAMANHO: mede de 35 a 50 cm de comprimento e pesa de 3 a 6 kg. Tem um focinho cilindro-cônico, em forma de bico de pássaro e quase tão longo quanto o resto da cabeça. Os espinhos que recobrem seu dorso mostram-se rígidos e robustos, geralmente amarelos na base e negros na extremidade ou, às vezes, inteiramente amarelos, medindo até 6 cm de comprimento e ultrapassando os tamanhos dos pêlos negros e bruno-escuros. As unhas dos pés anteriores são largas, rígidas e retas. Nos pés posteriores, a hálux tem uma unha muito curta e arredondada e o segundo dedo uma unha muito longa e robusta. HABITAT: habita a Austrália e a Nova Guiné e vive em ambientes variados, da floresta aos confins dos desertos, com uma preferência pelas regiões montanhosas até 1.000 m de altitude. Aprecia, particularmente, os bosques secos, onde pode cavar enormes luras e longas galerias sob as raízes das árvores e onde se abriga durante o dia , para à noite sair em procurar de alimento, farejando e cavando. ALIMENTAÇÃO: Come insetos e vermes, mas sobretudo formigas e cupins, que descobre com seu focinho, tão sensível, que serve mais como órgão tátil do que olfativo. Para comer, o équidna procede da mesma maneira que os tamanduás, isto é, serve-se da longa língua viscosa, retirando-a, junto com alimento, uma certa quantidade de areia, de poeira, de resto de mata e, às vezes, um pouco de ervas, que lhe facilita a trituração.SOM: O grito do équidna consiste num grunhido surdo que se ouve quando ele esta inquieto.ESPINHOS: tamanho de 6 cmREPRODUÇÃO: na época de reprodução aparece no ventre da fêmea, uma dobra de pele em forma em forma de crescente, que forma uma bolsa suficientemente grande. Esta bolsa recebe o ovo à saída da cloaca, o qual, sempre único, fica protegido por uma casca membranosa e mole. INCUBAÇÃO: Sua incubação dura de 7 a 10 dias, na bolsa.RECÉM-NASCIDO: O recém-nascido, inteiramente nu, fica na bolsa até que seu tosão tenha-se formado. A mãe coloca-o em um refúgio seguro, onde vai periodicamente aleita-lo. TEMPO DE VIDA: Vive muito, já foi assinalado o caso de um équidna-ouriço que viveu 50 anos em cativeiro.INIMIGO: Seu único inimigo é o homem. Os indígenas apreciam muito sua carne.
O Zaglosso (Zaglossus bruijnii), que habita a Nova Guiné, pode medir até 78 cm de comprimento e pesar 10 kg. Além do talhe maior, ele se distingue dos outros équidnas por seu bico quase duas vezes mais longo que a cabeça e por seus pêlos lanosos, abundantes, brunos ou negros, às vezes longos bastante para dissimar os espinhos, que são menos cerrados e mais embotados que os das outras espécies.
O équidna-da-tasmânia (Tachyglossus setosus) vive exclusivamente na ilha que lhe deu o nome. No conjunto, parece-se muito, tanto pelo aspecto como pelos hábitos, com o équidina-da-austrália, embora seja um pouco maior e seus espinhos mais curtos.
A família dos Taquiglossídeos ou Equidnídeos compreende animais cujo corpo mostra-se recoebrto, não somente de pêlos, mas também de espinhos agudos, como o dos ouriços-cacheiros.
Em seu aspecto exterior, eles se distinguem marcadamente do ornitorrinco, embora sejam muito semelhantes em sua estrutura interna. O pescoço, muito curto, prolonga-se, sem solução de continuidade com o corpo maciço, muito curto, prolonga-se, sem solução de continuidade com o corpo maciço e achatado. A cabeça oval e relativamente pequena acaba por um focinho fino, cilíndrico ou em forma de tubo afilado, com a extremidade arredondada, onde se abre uma boca muito pequena e muito estreita. As narinas, ovais, muito reduzidas, encontram-se na parte superior do focinho. Os olhos pequenos, fundos, têm uma membrana nicitante. O pavilhão auricular externo, normalmente desenvolvido, fica situado atrás da cabeça, mais ou menos dissimulado pela pelagem e pelos espinhos, podendo o animal abri-lo e fecha-lo a vontade.
Os membros apresentam-se retacos e do mesmo tamanho. Os pés posteriores são virados para fora e os anteriores para dentro, enquanto os dedos possuem unhas fossadores, longas e fortes e especialmente nos membros anteriores. Os machos apresentam no calcâneo dos pés posteriores um esporão córneo agudo e perfurado, que se comunica com a glândula de veneno.
A cauda, rudimentar, termina em ponta arredondada. A língua protrátil e sempre coberta de uma substância viscosa, segregada por glândulas salivares. Possui dobras córneas no palato e na língua, em substituição aos dentes. Os dois conjuntos mamários terminam através de numerosos canais excretores, nos campos glandulares situados de cada lado do ventre da fêmea, em depressões um pouco profundas. Na ocasião da postura de ovos, formam-se no abdômen duas dobras cutâneas que constituem uma espécie de bolsa de incubação onde se alojará o ovo e, depois o filhote.
Essa bolsa desaparece durante o desmame. Observou-se que durante o período de incubação dos ovos, a temperaturas da bolsa se elevava em relação ao resto do corpo.
Os ovos têm 14 a 17 mm de comprimento, apresentam uma gema muito grande e uma casca apergaminhada.
Quando sai do ovo o filhotes medem apenas 2 mm e seu focinho é particularmente muito curto. Nesse estágio ainda não consegue mamar, lambendo apenas o leite que escorre ao longo dos pêlos situados na região mamário.
A família dos taquiglossídeos compreende, portanto, os Monotremos de conformação maciça, caracterizados pelos seguintes fatores:

Corpo coberto de espinhos;
Focinho muito alongado, com língua vermiforme e protrátil;
Membros robustos, providos de unhas poderosas;
Cauda rudimentar;
Bolsa marsupial, que se desenvolve sobre o ventre pouco antes da postura do ovo e que serve para sua incubação.
O équidna vive, em meios muitos diversos, na Nova Guiné na Austrália e na Tasmânia. A família compreende dois gêneros, Tachyglossus e Zaglossus, e 5 espécies.
Lúcia Helena Salvetti De Cicco

ESTRELA-DO-MAR




Nome comum: Estrela do Mar ComumNome em Inglês: Common StarfishNome científico: Asterias rubensFilo: EchinodermataClasse: AsteroideaSubclasse: EnasteroideaOrdem: ForcipulatidaFamília: AsteriidaeGênero: Asterias
Com a estrela-do-mar ocorre um fato estranho. Algumas espécies são capazes de regenerar-se. Se um dos braços é separado do corpo ele é substituídos, enquanto um novo organismo completo crescerá do braço isolado. Esse processo de regeneração constitui um problema para os criadores de ostras. As estrelas-do-mar comem ostras e os criadores costumavam pegar as estrelas-do-mar, parti-las ao meio e atira-las de novo à água. O resultado disso não era a eliminação das estrelas-do-mar, mas um aumento do seu número.
Há quase 2 mil espécies de estrelas-do-mar, a maioria com cinco braços idênticos. A cor do corpo varia, mas sempre é brilhante e, às vezes, luminescente. Não possui cabeça bem cauda; seu corpo consiste de duas partes: o disco central com a boca e o ânus; e os braços, que têm carreiras de pequenos pés tubulares capazes de movimenta-la. Este animal carnívoro tem um modo especial de devorar os moluscos que carregam concha. Envolve a vítima com seu corpo e abre a concha com os braços. Então introduz o estômago na concha entreaberta e come a presa. Quando a refeição acaba, o estômago da estrela-do-mar se retrai e a concha vazia, completamente limpa, é abandonada.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Suricate




NOME COMUM: SuricateNOME EM INGLÊS: Meerkat ou suricateNOME CIENTÍFICO: Suricate suricatta FILO: ChordataCLASSE: MammaliaORDEM: CarnivoraFAMÍLIA: HeroestidaeGÊNERO: suricateESPÉCIE: S. suricattaTAMANHO: Comprimento do corpo: 22cmAltura quando está de pé: 26, 28cmPESO: 720 a 730 gPÊLO: AcastanhadoTEMPO DE VIDA: na selva pode viver 10 anos variando entre 5 e 12 anos. No cativeiro vivem até 15 anos.DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: África do sul, deserto do kalahariHABITAT: Savana e gramado, planícies secas e abertas, áreas de deserto.ALIMENTAÇÃO: Alimenta-se principalmente de insectos: larvas de escaravelhos e de borboletas; também ingerem milípedes, aranhas, escorpiões, pequenos vertebrados (répteis, anfíbios e aves), ovos e matéria vegetal. São relativamente imunes ao veneno das najas e dos escorpiões, sendo estes, inclusive, um dos alimentos que mais apreciam.DESCRIÇÃO: O corpo é esguio, o focinho pontiagudo e possuem manchas negras em torno dos olhos. A pelagem é castanha e apresenta riscas negras na parte terminal do dorso; a extremidade da cauda é negra. Possuem garras afiadas nas patas, que lhe permite escavar a superfície do chão e dentes afiados para penetrar nas carapaças quitinosas das suas presas. Outra característica distintiva é a sua capacidade de se elevarem nas patas traseiras.PERÍODO DE GESTAÇÃO: 11 semanas NÚMERO DE FILHOTES: 3 a 4NÚMERO DE CRIAS POR ANO: 1 a 3 MATURIDADE SEXUAL: aproximadamente 1 anoÉPOCA DA REPRODUÇÃO: A reprodução dá-se de Agosto a Novembro e de Janeiro a Março (durante a estação húmida); em cativeiro, pode ocorrer em qualquer época do ano.REPRODUÇÃO: O acasalamento é precedido de pequenas “dentadas” amistosas no focinho. As crias nascem no interior do abrigo subterrâneo e aí permanecem durante as primeiras semanas de vida, ao cuidado de um adulto (nunca a mãe, que tem de procurar alimentar-se para conseguir amamentar). Só abrem os olhos aos 10 a 14 dias de idade e o período de amamentação dura sete a nove semanas. Quando as crias saem do abrigo, mantêm-se muito juntas e para esse fim emitem constantes “vocalizações de contacto”. A mãe ensina-as a comer incitando-as a morder os alimentos que ela segura com os dentes. No entanto, todos os elementos do grupo participam na nutrição das crias, trazendo-lhe os alimentos mais “macios” que conseguem encontrar.

TIGRE BRANCO





O tigre branco (também conhecido como o tigre de Bengala) têm aproximadamente 3 metros de compimento, e pesa aproximadamente 180-285 kg (400-569 LB).
Os tigres brancos não são albinos nem são uma subespécie separada, mas sim o resultado de um gene recessivo . Eles têm olhos azuis, um nariz rosa, e fundo branco cremoso com listras de cor chocolate. Os tigres brancos nascem de tigres comuns (Panthera tigris) e são muito raros no estado selvagem.
Eles ficam normalmente situados no Sudeste do Continente asiático e na Índia central e sulista. O tigre de Bengala branco mora em áreas gramíneas ou pantanosas e florestas onde eles podem ser bem camuflados. Eles quase desapareceram; a maioria vive agora dentro de jardim zoológicos ou parques especiais de vida selvagem.
Saiba mais sobre os tigres clicando aqui.
Lúcia Helena Salvetti De CiccoDiretora de Conteúdo e Editora Chefe

terça-feira, 1 de abril de 2008

Esponja-de-vidro

Esponja-de-vidro
Nome Comum: Esponja-de-vidroNome em inglês: Glass spongeNome científico: Chondrosia reniformisFilo: PoríferaClasse: Hexactinellida Ordem: HexasterophoraDuas ordens na classe e cinco famílias
CARACTERÍSTICAS:
Euplectella aspergillum
Diâmetro: 2,5 a 4 cmAltura: 30 a 40 cm sem incluir o tufo na base

ACANTÁRIO

PROTOZOÁRIO!
ACANTÁRIO
NOME COMUM: Acantário NOME EM INGLÊS: AcanthariaFILO: ProtozoaCLASSE: SarcodinaSUBCLASSE: AcanthariaCARACTERÍSTICAS: Uma membrana separa as duas seções do protoplasma. Muitas formas de esqueleto. Visíveis ao microscópio. Reproduzem-se por divisão múltipla. Os espinhos do esqueleto ajudam a flutuar.
Acantários são minúsculos animais unicelulares existentes no plancto oceânico. Seu citoplasma (a parte fluída da célula) está dividido em duas seções: a interna contém o núcleo e a externa apresenta espaços vazios nos quais o acantário pode secretar óleo ou água. Enchendo ou esvaziando esses espaços, eles conseguem modificar sua densidade, tornando-se mais leves ou mais pesados. Podem, desse modo, afundar ou aproximar-se na superfície; se há tempestade, eles mergulham.
O acantário é um tipo de radiolário. Radiolários são animais unicelulares de água salgada, que possuem esqueleto rígido. Em caso dos acantários ele é de sulfato de estrôncio. Vistos ao microscópio, eles apresentam as mais belas estruturas. Alimentam-se do plancto, onde flutuam.
PROTOZOÁRIO!